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Razões pelas quais é difícil emagrecer, saiba mais…


Podemos passar a vida toda fazendo regime, e nunca emagrecer, mas não é só a falta de força de vontade que faz com que não tenhamos o resultado esperado ou afins. Descubra a seguir mais sobre este assunto:
  • Nervos no estômago perdem a sensibilidade
Nosso estomago tem algo chamado nervos gástricos e seu cérebro sabe quando você já comeu o suficiente. Mas certas comidas faz com que o estomago não obtenha essa sensibilidade, como exemplo comidas gordurosas, elas podem diminuir a sensibilidade desses nervos, fazendo com que o organismo não obtenha a saciedade de ter comido o necessário. Ou seja, NÃO ABUSE de alimentos gordurosos.
  • Cérebro exagerado na proporção de alimentar-se
Se, por um lado, existem pessoas que não produzem o hormônio chamado de leptina em quantidade suficiente, por outro há aquelas que o produzem em excesso, fazendo com que o cérebro não consiga processá-lo com eficiência. Resultado: fica difícil não repetir aquele prato de macarrão ou não colocar mais uma bola de sorvete no pote e o resultado é que o organismo não queima tanta gordura quanto deveria.
  • A dieta que não combina com seu tipo de corpo
O Journal of the American Medical Association alguns anos atrás revelou numa pesquisa que pessoas que acumulam mais gordura na cintura tendem a ter mais insulina (hormônio que regula os níveis de açúcar no sangue) do que outras pessoas mesmo após consumir uma quantidade pequena de açúcar. Elas também têm mais dificuldade para emagrecer com dietas de baixo índice de gordura – para ter melhor resultado, bastaria restringir os carboidratos simples (como massas, batatas e biscoitos), a princípio. Já as pessoas que acumulam gordura nos quadris tendem a secretar menos insulina e poderiam se sair bem com os dois tipos de dieta.
O mais indicado, de qualquer forma, é se consultar um nutricionista ou um endocrinologista antes de mudar sua alimentação.
  • A falta de bactérias no seu sistema digestivo
Existem certos tipos de micro-organismos que podem tanto facilitar a digestão de alimentos como deixar seu metabolismo mais equilibrado, diminuindo os riscos de obesidade e de desenvolver diabetes tipo 2, como ficou evidenciado por diversos estudos nos últimos anos. Além disso, as bactérias intestinais podem até mesmo curar você de uma infecção que nem antibióticos conseguem combater com eficácia.
  • Péssimas influências alimentares
Ao investigar os hábitos alimentares de crianças, pesquisadores da Universidade da Pensilvânia (EUA) perceberam como algumas delas têm dificuldade em perceber quando já comeram o necessário – uma medida que varia de pessoa para pessoa. Isso pode acontecer quando pais recompensam ou consolam seus filhos pequenos com comida, prejudicando a noção de fome.
  • O seu sistema imunológico não gosta de dieta
Sim isso pode acontecer! Aquelas Dietas radicais, em que a pessoa simplesmente começa a comer menos que o de costume ou (o mais grave!) passar um ou dois dias da semana praticamente em jejum. Para evitar isso, o ideal é diminuir seu consumo de alimentos aos poucos, e não resolver virar um faquir de uma semana para outra.


Fonte: Você sabia.net

Jeito de comer ovo denuncia personalidade

                                               

O Conselho Britânico da Indústria do Ovo perguntou a mil pessoas sobre personalidade, estilo de vida, família e preferência por ovo.

Com as respostas, usaram métodos matemáticos para encontrar padrões entre os grupos. E concluíram o seguinte: 

- Aqueles que preferem ovo poché são mais felizes, preferem músicas animadas e saem muito.

- Quem prefere ovo cozido é mais desorganizado, impulsivo e descuidado.

- Os fãs de ovos mexidos ocupam cargos de gerência.

- E os que preferem omelete são bem disciplinados.

- Já o pessoal que gosta de ovo frito tende a ser jovem, homem e gostar muito de sexo.


Fonte: Revista Super Interessante

Estrias: porque surgem?

Ponto prévio: apesar de não serem hereditárias, todas as mulheres, mais cedo ou mais tarde, têm estrias. O conceito de inevitabilidade pode, contudo, ser protelado.
 
Porque surgem as estrias?
Um dos fatores está relacionado com a distensão da pele (oscilações de peso). No entanto, o seu aparecimento está ligado a diversas fases da vida, em que as hormonas desempenham um papel fundamental na degradação dos fibroblastos, resultando numa menor elasticidade e flexibilidade da pele: a puberdade, a gravidez e algumas doenças.

Adolescência
Hoje em dia é cada vez mais normal haver adolescentes com estrias, tanto no universo feminino como no masculino. Normalmente estão relacionadas com o crescimento e não necessariamente com o aumento de peso (que também é uma das causas em todas as idades, contudo). As zonas mais afetadas são as coxas, as nádegas, as ancas e os seios.

Gravidez
A maioria esmagadora das grávidas ficam com estrias durante a gravidez. O aparecimento de estrias é mais propenso nas mulheres mais novas e durante a primeira gravidez. Grávidas entre os 35 e 40 anos estarão menos expostas ao problema. Neste caso, as áreas mais afetadas pelas estrias são os seios e toda a zona da barriga (central e lombar).

O que fazer
Sem tratamento, é tão natural o aparecimento de estrias como a sua perpetuação. Além disso, sem os devidos cuidados, o aspeto das estrias vai evoluindo (alargando e alongando) e apenas raramente diminuem de tamanho.
Com a exposição solar, por exemplo, as estrias ficam ainda mais visíveis na medida em que não bronzeiam (mantêm-se brancas, o que aumenta o contraste).
O objetivo do tratamento de estrias não é a sua total eliminação, até porque isso não é possível. Mas a verdade é que, com os produtos adequados, é possível diminuir as estrias, tornando-as menos percetíveis.

Mitos
O combate às estrias não se pode fazer através da ingestão de determinados alimentos ou da prática desportiva. Contudo, há que ter atenção à alimentação que se faz, mantendo uma dieta saudável e equilibrada, e evitar o sedentarismo, uma vez que o aumento de peso pode potenciar o aparecimento das estrias.